quinta-feira, 21 de junho de 2012


ATIVIDADE 5 DE POLÍTICA EDUCACIONAL E ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA.


          Sim, eu concordo. Acredito firmemente que a valorização dos profissionais da educação é, em sua essência, a mola que impulsiona o melhor desempenho da educação, ocasionando um grande salto de qualidade, algo fundamental para que os projetos voltados para esta esfera possam ser bem sucedidos. Mas não só isso, e sim, um direcionamento adequado das políticas públicas, no sentido de alavancar e concretizar os objetivos e metas dos processos no âmbito da educação.
         Alinho-me com o autor do texto, pois também considero que o modelo adotado pelo MEC, aponta da direção certa, embora devamos ficar atentos aos desvios de percurso e aos muitos obstáculos que se interpõem ao longo dessa árdua jornada em prol da educação. Pois, em se tratando das estruturas que sustentam o sistema de ensino e também em relação à sua organização, diante dos equívocos e entraves burocráticos, o que vem à tona, é um aparente desalento por parte das autoridades envolvidas nos processos educacionais, como um todo.
         Há falhas inerentes à formação dos profissionais que lidam com a educação, fruto de projetos educacionais equivocados e mal alinhavados, que pouco ou quase nada  contribuem para a melhoria do ensino. Nesse contexto, uma oferta cada vez maior e apoiada em pressupostos qualitativos, faz com que a educação a distância (EAD), com ênfase na formação de professores mostre-se como uma espécie de bússola que possa nortear os rumos da carreira dos profissionais da educação, oferecendo oportunidades e um preparo mais adequado que reflitam como um espelho o melhor desempenho possível da educação no Brasil. 

Os desafios e os ganhos da  Educação frente às disposições da LDB 9.394/96.

          Via de regra, a LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, busca diminuir as diferenças decorrentes dos processos educacionais e tenta  sanar as discrepâncias do sistema de ensino vigente como um todo, pois estabelece normas e lança as bases que servem de sustentação para a educação básica.
          A princípio, sua proposta lúdica e desafiadora, mostra-se eficaz e atuante, no que diz respeito à sua aplicabilidade e área de atuação, de forma ampla e  irrestrita, sempre amparada pela constituição federal, pois é mister, que seus dispositivos representam à luz da lei, um enorme avanço dos processos educacionais, no que concerne à delimitação dos expedientes que definem o sistema e suas prerrogativas.
          Neste contexto, os desafios que a educação tem de enfrentar em relação aos aspectos da Lei 9.394/96, de 20 de Dezembro de 1996, são muitos e têm se mostrados complexos no ambiente escolar em relação aos processos de ensino/aprendizagem. Pois, um fato que sempre vem à tona, é a questão da dualidade que impera nas escolas e serve de bússola para se tentar retificar os dispositivos que a lei apresenta.
          Já em relação aos ganhos, e educação se apoia sobre os princípios básicos que norteiam o sistema, como: igualdade de condições, pluralismo de ideias, a temática da tolerância, a coexistência de instituições públicas e privadas de ensino, a valorização do profissional da educação escolar, etc.
          Mas deve se ressaltar, que em termos organizacionais, as estruturas que reforçam os dispositivos da Lei, são quebradiças e deixam à mostra rupturas que a enfraquecem, como é o caso da valorização do profissional da educação, algo que ainda não se concretizou no âmbito da educação.

terça-feira, 12 de junho de 2012

ANOS DE DITADURA.


MARCAS PROFUNDAS


          Um período negro, marcado por atos de censura, violência, repressão e supressão dos direitos civis e políticos, onde visões ideológicas foram consideradas nocivas e perigosas à estabilidade do Estado, assim poder-se-ia definir os anos de 1964-1985, em que vigorou o regime militar. Deve-se ressaltar que após um golpe de estado, os militares assumiram o poder e estabeleceram um governo ditatorial, reprimindo, aprisionando e torturando aqueles que se opunham à nova ordem político-social.
          Embora no âmbito da educação, os militares tenham se empenhado na modernização do ensino superior em nome de um projeto de desenvolvimento do país. O regime focou ainda no ensino fundamental, ampliando para oito anos sua obrigatoriedade. Houve uma reforma ampla do sistema de ensino,  no entanto, tal reforma não foi plenamente satisfatória, pois a liberdade de expressão, deu lugar à arbitrariedade de um governo que calou com a força e a opressão a voz que ecoava nos porões das prisões da ditatura.
           A classe média  tinha a oportunidade de educar seus filhos, ao mesmo tempo que via os movimentos estudantis sendo massacrados pelas forças de repressão do regime e ainda sentia na pele, as marcas de uma liberdade vigiada. A população oprimida e manipulada por uma falsa estabilidade política, social e econômica, onde números e estatísticas eram alterados em favor do regime, ficava à margem e seguia às cegas os rumos que o governo militar tomava.
           Por último, faz-se necessário salientar a enorme lacuna deixada pelos muitos desaparecidos que pagaram com a própria vida, a busca por liberdade e democracia. O sangue que manchou esse período triste, deixou marcas indeléveis no povo brasileiro. 

quarta-feira, 6 de junho de 2012

SOL SOB A CHUVA


SOL SOB A CHUVA

Uma crônica de Kátia Barros.

          Outro dia, em meio a um episódio simples e corriqueiro, algo inesperado e surpreendente aconteceu. Manhã nublada e chuvosa. Eu estava voltando para casa de carro junto com meu namorado. Haviam sido dias difíceis. Minha vida passara por uma grande provação.
          Depois de duas cirurgias consideradas simples e de um pós-operatório com muitas complicações, eu me sentia de certa forma renascida das cinzas, como se fora a fênix mitológica.
          Ainda fraca e debilitada e anestesiada pela dor, mas amparada por pessoas que muito me amam.  Em certo momento, olho pela janela do carro e a cena se desenhou sobre meus olhos gastos e cansados, pois em meio à chuva, o sol imponente ainda brilhava. Não é nenhuma novidade dias de sol e chuva,  mas o que me impressionou é que o sol parecia mergulhado nas gotas de chuva. Era uma imagem incrível, lágrimas rolaram sobre minha face pálida, pois naquele momento senti a presença de Deus, era como se Ele quisesse me mostrar através daquela imagem, que não importa o quão difíceis e  negros sejam nossos dias, se confiarmos Nele, sempre haverá esperança de que dias melhores virão.


quarta-feira, 23 de maio de 2012


ATIVIDADE 2 DE PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Questão 1 – Após a leitura da Unidade, elabore um conceito para Psicologia.
_ A Psicologia é a ciência que por ter o homem como objeto de estudo, foca nos aspectos comportamentais e nas sínteses psicológicas e busca uma espécie de equilíbrio, cuja base se estrutura em “métodos e técnicas de investigação científica”.

Questão 2 – A Psicologia está presente na vida das pessoas em várias situações. Neste contexto, reflita sobre situações vivenciadas por você e identifique nelas a presença da Psicologia.
_ Eu sofri durante muito tempo com algo que os médicos chamam de “síndrome do pânico”, mas consegui superar. Na adolescência tinha pesadelos recorrentes que me deixavam intranquilo e como resultado  passei a sofrer de insônia.  Já superei esta fase, mas hoje sou um poço de “neuras”. Sofro de acrofobia, claustrofobia e tenho medo do escuro. Enfim, tenho medo de tudo que me torna vulnerável.

Questão 3 – Dentre os paradigmas psicológicos, descreva as características mais relevantes em cada um deles.
_ Sobre a teoria freudiana, pode-se dizer, que a Psicanálise pode transmitir ao educador (e não à Pedagogia, como um todo instituído), uma ética, um modo de ver e de entender sua prática educativa. É um saber que pode gerar, dependendo, naturalmente, das possibilidades subjetivas de cada educador, uma posição, uma filosofia de trabalho. Pode contribuir em igualdade de condições com diversas outras disciplinas, como a Antropologia ou a Filosofia, para formar seu pensamento.
_ Já sobre o Comportamentalismo, uma das teses fundamentais desse paradigma diz que o organismo – seja ele animal inferior ou superior – responde  a estímulos ambientais, o que permite ver o comportamento como resultado de arranjos no meio em que se localiza o indivíduo. O Comportamentalismo ensina como instalar respostas novas e modificar padrões de respostas já existentes, o que o torna, em suma, um paradigma facilmente aplicável à educação.
_ E quanto à teoria piagetiana, as formulações paradigmáticas deste teórico não foram transpostas por ele mesmo, para a sala de aula; suas ideias permitiram-lhe distinguir entre as diversas abordagens educacionais já existentes, tornando-se crítico dos métodos tradicionais de ensino e defensor da renovação educacional.
  

sábado, 19 de maio de 2012


ATIVIDADE 1 DE POLÍTICA EDUCACIONAL E ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA


          A Constituição Imperial, outorgada por D. Pedro I, em 25.03.1824, assegurou a gratuidade do ensino primário para todos os cidadãos, instituiu o ensino da religião católica, previu a criação de colégios e universidades, e centralizou o processo gerencial da educação no âmbito da Coroa.
           Neste contexto, a gratuidade do ensino primário pode ser considerada relevante, pois apesar de não ter tido a devida atenção do governo imperial, representou um avanço, ainda que pequeno, no âmbito da educação.
 A educação superior, sobre a égide das Academias Militar e da Marinha, dos Cursos Médicos Cirúrgicos e de Economia Política e da Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios, e em 1827, com a criação das Faculdades de Direito em São Paulo e Pernambuco, mostrou-se também relevante, embora o seu principal propósito fosse o de preparar as elites que assumiram as funções políticas e administrativas do país.

           A Proclamação da República, em 15 de Novembro de 1889, marcou o fim da monarquia, dando início à Primeira República, também conhecida como República dos Coronéis.  Registra-se também, a primeira constituição desse período, promulgada pela Assembleia Nacional Constituinte em 24.01.1891.
            Neste contexto, o Federalismo, na medida em que deu autonomia aos estados, propiciou o desenvolvimento desigual da educação entre as regiões do país, algo que tem se perpetuado por todo esse tempo, no âmbito das escolas públicas.
           Pelas atribuições conferidas ao Governo Federal e aos Governos Estaduais, é possível perceber a manutenção da dualidade de sistemas de ensino, presente na estrutura educacional do Governo Imperial, algo que reflete uma característica universal, no que concerne ao favorecimento da classe dominante em detrimento da classe proletária. 

sexta-feira, 18 de maio de 2012

ATIVIDADE 1 DE PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO



01
    A Natureza da Psicologia: Evolução, Histórico e Aplicabilidade no Contexto      Educacional. Unidade I – pp. 11 a 47.

Araujo, Raimundo Dutra – A Natureza da Psicologia: Evolução, Histórico e Aplicabilidade no Contexto Educacional in: Psicologia da Educação. Teresina-Piauí, UAB/NEAD/FUESPI. 2011. pp. 11 a 47.


Numa análise detalhada, o capítulo em questão, foca na importância da Psicologia no âmbito da educação, cuja definição de “ciência da alma ou psique, ou da mente, ou do comportamento”, torna-a como um ponto de referência dentro do próprio contexto educacional.
O texto enfatiza as funções inerentes à Psicologia, canalizadas através de três grandes vias, no caso, a via ativa, a  afetiva e a  intelectiva. Tais vias, também conhecidas como cognitivas, afetivas e conativas, se estruturam sobre uma base que comporta fatores favoráveis e desfavoráveis, próprios da natureza humana.
Na verdade, a Psicologia torna-se imprescindível na esfera do conhecimento, pois se pauta na análise das situações que envolvem a educação e suas implicações, esmiuçando de forma restrita as relações que decorrem do choque entre as muitas situações educacionais e os diferentes fatores que as determinam.