terça-feira, 31 de julho de 2012


ATIVIDADE 2 DE READING 1        
À medida que você passar para a segunda unidade de seu livro, eu quero que você leia a classificação dos tipos de leitura e faça o seguinte:
1.  Descreva cada um deles com suas próprias palavras, citando exemplos, quando possível.
2.   Responda a 'Atividade de Aprendizagem' no final da unidade. 
3.  Envie suas respostas em um documento do word.


NÍVEIS DE LEITURA.

LEITURA SENSORIALÉ aquele tipo de leitura meramente aleatória, onde os sentidos estão envolvidos,  mas de  forma distanciada. O leitor não se envolve com o texto lido, ele pode gostar ou não da leitura, mas em tese, não forma uma opinião crítica ou mesmo se pauta no emocional. Ele apenas digere a informação. Por exemplo: uma notícia de jornal relatando uma fuga de presos.

LEITURA EMOCIONALÉ um tipo mais pessoal, íntima e voltada para as expectativas do leitor. Ele, o leitor, mergulha de cabeça, envolve-se com aquilo que está lendo, se emociona... É um tipo de leitura que dialoga com o leitor, produz questionamentos, aponta soluções e faz que o mesmo interaja com o texto. Por exemplo: um texto biográfico, expondo a vida íntima de alguém.

LEITURA RACIONALÉ um tipo de leitura crítica, pautada na razão, que busca o equilíbrio entre o sensorial e o emocional, pois produz questionamentos, potencializa indagações e propõe soluções. Faz com que o leitor absorva e processe a informação, atribuindo-lhe um sentido ao mesmo tempo amplo, mas que por induzir à reflexão, também tem sentido restrito, no que diz respeito ao diálogo entre leitor e texto. Por exemplo: um artigo científico falando das pesquisas para a cura de uma doença. 














Atividade de Aprendizagem 02.
Observe os textos abaixo e classifique-os de acordo com o tipo de leitura a que ele  induz, justificando sua resposta:


TEXTO 1:     Follow Your Dream

Working life today is a changing. People are under more pressure than
in the past. Very few people have a “job for life”. More and more companies are reducing the number of workers they employ. That’s one reason why people change jobs more often. Another reason is that they are not satisfied.
They may want better pay, a bigger office, or a more important position.
When thinking about a new job, try to follow your dream. Don’t be afraid of making a big change. Listen to yourself and follow your own advice. Ask what kind of job you would really enjoy. Perhaps you want to start your own company and be your own boss. Go for it!

O texto acima apresenta um tipo de leitura emocional, pois busca incutir no leitor uma mudança de atitude. O texto provoca o leitor e tenta fazê-lo comprar uma nova ideologia, enfim, induz o leitor a dar uma guinada na sua vida profissional e como consequência dar uma sacudida na sua vida pessoal.



TEXTO 2:     Science in Sports
By Mike Harrier
Science is a very important part of sports today. In fact, science
controls almost everything in an athlete’s life. Scientists decide what
athletes should eat and when they should eat. They decide what
exercises athletes should do and for how long. Other scientists design
better shoes for athletes to wear, or better clothing and equipment. These
“sports scientists” are everywhere in modern sports. You can even study
sport science at University!
Modern science examines every part of an athlete’s performance.
Scientists use cameras and advanced equipment to collect lots of
information. They use this information to many ways. First, they make an
exercise program to match each athlete’s body. They show each athlete
the best way to use their energy. Second, scientists use the information to
help athletes improve their skill… and win.
Clearly, food is more important for athletes. The food they eat gives
them the energy they need to compete. Athletes have to eat special food.
Sport scientists decide exactly what food each athlete needs to help them
do their best at their particular sport.
More and more athletes are starting to use sports psychologists,
too. These sports scientists help the athletes train to be mentality fit. They
show athletes how to think like a winner. In many cases, thinking in a
positive way can be the difference between winning and losing. Sports
psychologists are now an important part of the large group of people that
help each athlete to do their very best.

O texto acima representa um tipo de leitura pautada na razão, ou seja, é rigorosamente racional. Ele apresenta ao leitor uma série de informações técnicas que tentam contrabalançar o sensorial e o emocional, fazendo com que o mesmo crie questionamentos, ao mesmo tempo em que, aponta soluções com embasamento científico. O texto faz  com que o leitor adquira conhecimento e o induz à reflexão.
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TEXTO 3:    Death Row

“Being a closed off “, says twenty-six-year-old Rueben Montilla, “is
the worst thing. Being in a death row is like being inside a black bottle.
But, you learn to live with it, to search for some light.”
When Rito Guinda first went to death row, he thought about death
all the time. He couldn’t eat. He couldn’t sleep. “But, you change,” he
says. “You have to wait. On death row there is no other way. You learn to
accept it.”
These men are at the New Bilibid, a maximum – security prison in
the Philippines. Other convicts can walk around, play baseball in the
exercise yard, or go to church. They are free to kiss and hug their family.
They can chat with friends. However, prisoners on death row are
separate. They only see the guards. There are hundreds of men,
smoking cigarettes and waiting in line for water. “We all sit in our cells,”
says one prisoner, “and wait the long wait.”

O texto acima é basicamente um tipo de leitura sensorial, pois lista uma série de situações rotineiras que passam para o leitor um leque de informações acerca de um determinado assunto, onde ele, o leitor não se envolve inteiramente com o texto lido, que em tese, fala de algo que está longe da realidade do leitor. Ele relaciona fatos e busca apenas transmitir uma particularidade.  

ATIVIDADE 1 DE READING 1.

Por Eldam de Sousa Barros.

1. Quais tipos de leitura são mais agradáveis para você?

_ Talvez pelo fato de considerar-me um “leitor profissional”, eu às vezes gosto de dizer: Eu leio! Mas talvez isso não seja suficiente para definir minha relação estreita com a leitura. Por isto eu digo: “Gosto de ler”. Na verdade sou um aficionado por bons livros, independente do assunto, gênero ou autor. É claro que a minha predileção é por romances e novelas, mas a rigor, eu poderia dizer que sou eclético e gosto de todo tipo de leitura, num contexto mais amplo.


2. No ato de ler é mais importante sentir prazer ou alcançar um determinado objetivo? Justifique sua resposta.

_ Acredito que as duas coisas são importantes e no que diz respeito ao grau de relevância, as duas têm peso quase igual. É provável que aqui e ali, eu me incline por uma leitura prazerosa, mas na maioria das vezes, “ela” tende a conduzir-me a um objetivo, que é apreender em sua essência, a síntese das ideias, opiniões, certezas e incertezas do autor, e a partir daí, formar meus próprios conceitos e estabelecer minhas próprias conclusões. Afinal de contas, qualquer leitor que tenha adentrado o universo de Guimarães Rosa, não pode escapar ileso de tão forte impacto.

3. Analisando a sua vida como leitor, como você define leitura? E o que ela traz para você?

_ A leitura é essencial na vida de qualquer pessoa e em se tratando da vida acadêmica, eu diria que é mesmo imprescindível, pois o ato de ler implica certos mecanismos que muito contribuem para um melhor desempenho, tanto com campo profissional quanto no campo pessoal. Pois a leitura tem de ser rigorosa, metódica e prática, onde o leitor precisa dialogar com o texto e consequentemente com o autor por trás deste.
_ Além do prazer que o ato de ler me proporciona, a leitura traz para mim, todo um leque de informações que deságuam numa escrita clara e às vezes límpida, sem muitas incorreções, que me tornam apto a um dia, quem sabe exercer meu ofício, com conhecimento de causa e domínio da técnica.     


4. Das várias definições do ato de ler dadas acima, cite e explique qual você mais se identifica.




5. Qual a importância do ato de ler?

_ No mundo globalizado, o ato de ler é fundamental para possamos ser inseridos no meio social. A leitura é meio mais adequado para se adquirir conhecimento. E uma boa leitura tem tudo para tornar cidadãos melhores.
Já disseram que: “Ler é técnica e arte”. Pois bem, a “técnica” está em decodificar as estruturas que compõem o corpo do texto, e a “arte” está em assimilar o sentido e a essência que o  mesmo busca transmitir ao leitor.

quinta-feira, 21 de junho de 2012


ATIVIDADE 5 DE POLÍTICA EDUCACIONAL E ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA.


          Sim, eu concordo. Acredito firmemente que a valorização dos profissionais da educação é, em sua essência, a mola que impulsiona o melhor desempenho da educação, ocasionando um grande salto de qualidade, algo fundamental para que os projetos voltados para esta esfera possam ser bem sucedidos. Mas não só isso, e sim, um direcionamento adequado das políticas públicas, no sentido de alavancar e concretizar os objetivos e metas dos processos no âmbito da educação.
         Alinho-me com o autor do texto, pois também considero que o modelo adotado pelo MEC, aponta da direção certa, embora devamos ficar atentos aos desvios de percurso e aos muitos obstáculos que se interpõem ao longo dessa árdua jornada em prol da educação. Pois, em se tratando das estruturas que sustentam o sistema de ensino e também em relação à sua organização, diante dos equívocos e entraves burocráticos, o que vem à tona, é um aparente desalento por parte das autoridades envolvidas nos processos educacionais, como um todo.
         Há falhas inerentes à formação dos profissionais que lidam com a educação, fruto de projetos educacionais equivocados e mal alinhavados, que pouco ou quase nada  contribuem para a melhoria do ensino. Nesse contexto, uma oferta cada vez maior e apoiada em pressupostos qualitativos, faz com que a educação a distância (EAD), com ênfase na formação de professores mostre-se como uma espécie de bússola que possa nortear os rumos da carreira dos profissionais da educação, oferecendo oportunidades e um preparo mais adequado que reflitam como um espelho o melhor desempenho possível da educação no Brasil. 

Os desafios e os ganhos da  Educação frente às disposições da LDB 9.394/96.

          Via de regra, a LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, busca diminuir as diferenças decorrentes dos processos educacionais e tenta  sanar as discrepâncias do sistema de ensino vigente como um todo, pois estabelece normas e lança as bases que servem de sustentação para a educação básica.
          A princípio, sua proposta lúdica e desafiadora, mostra-se eficaz e atuante, no que diz respeito à sua aplicabilidade e área de atuação, de forma ampla e  irrestrita, sempre amparada pela constituição federal, pois é mister, que seus dispositivos representam à luz da lei, um enorme avanço dos processos educacionais, no que concerne à delimitação dos expedientes que definem o sistema e suas prerrogativas.
          Neste contexto, os desafios que a educação tem de enfrentar em relação aos aspectos da Lei 9.394/96, de 20 de Dezembro de 1996, são muitos e têm se mostrados complexos no ambiente escolar em relação aos processos de ensino/aprendizagem. Pois, um fato que sempre vem à tona, é a questão da dualidade que impera nas escolas e serve de bússola para se tentar retificar os dispositivos que a lei apresenta.
          Já em relação aos ganhos, e educação se apoia sobre os princípios básicos que norteiam o sistema, como: igualdade de condições, pluralismo de ideias, a temática da tolerância, a coexistência de instituições públicas e privadas de ensino, a valorização do profissional da educação escolar, etc.
          Mas deve se ressaltar, que em termos organizacionais, as estruturas que reforçam os dispositivos da Lei, são quebradiças e deixam à mostra rupturas que a enfraquecem, como é o caso da valorização do profissional da educação, algo que ainda não se concretizou no âmbito da educação.

terça-feira, 12 de junho de 2012

ANOS DE DITADURA.


MARCAS PROFUNDAS


          Um período negro, marcado por atos de censura, violência, repressão e supressão dos direitos civis e políticos, onde visões ideológicas foram consideradas nocivas e perigosas à estabilidade do Estado, assim poder-se-ia definir os anos de 1964-1985, em que vigorou o regime militar. Deve-se ressaltar que após um golpe de estado, os militares assumiram o poder e estabeleceram um governo ditatorial, reprimindo, aprisionando e torturando aqueles que se opunham à nova ordem político-social.
          Embora no âmbito da educação, os militares tenham se empenhado na modernização do ensino superior em nome de um projeto de desenvolvimento do país. O regime focou ainda no ensino fundamental, ampliando para oito anos sua obrigatoriedade. Houve uma reforma ampla do sistema de ensino,  no entanto, tal reforma não foi plenamente satisfatória, pois a liberdade de expressão, deu lugar à arbitrariedade de um governo que calou com a força e a opressão a voz que ecoava nos porões das prisões da ditatura.
           A classe média  tinha a oportunidade de educar seus filhos, ao mesmo tempo que via os movimentos estudantis sendo massacrados pelas forças de repressão do regime e ainda sentia na pele, as marcas de uma liberdade vigiada. A população oprimida e manipulada por uma falsa estabilidade política, social e econômica, onde números e estatísticas eram alterados em favor do regime, ficava à margem e seguia às cegas os rumos que o governo militar tomava.
           Por último, faz-se necessário salientar a enorme lacuna deixada pelos muitos desaparecidos que pagaram com a própria vida, a busca por liberdade e democracia. O sangue que manchou esse período triste, deixou marcas indeléveis no povo brasileiro. 

quarta-feira, 6 de junho de 2012

SOL SOB A CHUVA


SOL SOB A CHUVA

Uma crônica de Kátia Barros.

          Outro dia, em meio a um episódio simples e corriqueiro, algo inesperado e surpreendente aconteceu. Manhã nublada e chuvosa. Eu estava voltando para casa de carro junto com meu namorado. Haviam sido dias difíceis. Minha vida passara por uma grande provação.
          Depois de duas cirurgias consideradas simples e de um pós-operatório com muitas complicações, eu me sentia de certa forma renascida das cinzas, como se fora a fênix mitológica.
          Ainda fraca e debilitada e anestesiada pela dor, mas amparada por pessoas que muito me amam.  Em certo momento, olho pela janela do carro e a cena se desenhou sobre meus olhos gastos e cansados, pois em meio à chuva, o sol imponente ainda brilhava. Não é nenhuma novidade dias de sol e chuva,  mas o que me impressionou é que o sol parecia mergulhado nas gotas de chuva. Era uma imagem incrível, lágrimas rolaram sobre minha face pálida, pois naquele momento senti a presença de Deus, era como se Ele quisesse me mostrar através daquela imagem, que não importa o quão difíceis e  negros sejam nossos dias, se confiarmos Nele, sempre haverá esperança de que dias melhores virão.


quarta-feira, 23 de maio de 2012


ATIVIDADE 2 DE PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO

Questão 1 – Após a leitura da Unidade, elabore um conceito para Psicologia.
_ A Psicologia é a ciência que por ter o homem como objeto de estudo, foca nos aspectos comportamentais e nas sínteses psicológicas e busca uma espécie de equilíbrio, cuja base se estrutura em “métodos e técnicas de investigação científica”.

Questão 2 – A Psicologia está presente na vida das pessoas em várias situações. Neste contexto, reflita sobre situações vivenciadas por você e identifique nelas a presença da Psicologia.
_ Eu sofri durante muito tempo com algo que os médicos chamam de “síndrome do pânico”, mas consegui superar. Na adolescência tinha pesadelos recorrentes que me deixavam intranquilo e como resultado  passei a sofrer de insônia.  Já superei esta fase, mas hoje sou um poço de “neuras”. Sofro de acrofobia, claustrofobia e tenho medo do escuro. Enfim, tenho medo de tudo que me torna vulnerável.

Questão 3 – Dentre os paradigmas psicológicos, descreva as características mais relevantes em cada um deles.
_ Sobre a teoria freudiana, pode-se dizer, que a Psicanálise pode transmitir ao educador (e não à Pedagogia, como um todo instituído), uma ética, um modo de ver e de entender sua prática educativa. É um saber que pode gerar, dependendo, naturalmente, das possibilidades subjetivas de cada educador, uma posição, uma filosofia de trabalho. Pode contribuir em igualdade de condições com diversas outras disciplinas, como a Antropologia ou a Filosofia, para formar seu pensamento.
_ Já sobre o Comportamentalismo, uma das teses fundamentais desse paradigma diz que o organismo – seja ele animal inferior ou superior – responde  a estímulos ambientais, o que permite ver o comportamento como resultado de arranjos no meio em que se localiza o indivíduo. O Comportamentalismo ensina como instalar respostas novas e modificar padrões de respostas já existentes, o que o torna, em suma, um paradigma facilmente aplicável à educação.
_ E quanto à teoria piagetiana, as formulações paradigmáticas deste teórico não foram transpostas por ele mesmo, para a sala de aula; suas ideias permitiram-lhe distinguir entre as diversas abordagens educacionais já existentes, tornando-se crítico dos métodos tradicionais de ensino e defensor da renovação educacional.