terça-feira, 13 de março de 2012

ATIVIDADE 2 - PRÁTICA PEDAGÓGICA I.


RESPOSTAS






1. _ A civilização humana de um modo geral se fez por meio de guerras e conflitos sob o signo da dominação e conquista, onde os povos conquistados têm aprendido, por força da necessidade de sobreviver, o idioma dos conquistadores, e estes, por sua vez, no intuito de se fazerem entender, aprendiam a língua dos conquistados. Não havia,  no entanto, uma sistematização. Todo esse processo ocorria por força da dominação.


2. _ Porque  é durante esse período, o Renascimento, que surge o que hoje se conhece por Método Formal, ou seja, o ensino se dava através do aprendizado da gramática do idioma que se tencionava aprender.

3.

Centrado no Professor


Centrado no Aluno

MÉTODO GRAMÁTICA-TRADUÇÃO.
MÉTODO DO SILÊNCIO.
MÉTODO DIRETO.

SUGESTOPÉDIA.
ÁUDIO-LINGUAL.
APRENDIZAGEM EM COMUNIDADE
RESPOSTA FÍSICA TOTAL

ABORDAGEM COMUNICATIVA




4. Das razões:
_  Chaguri (2005), sustenta que quanto mais cedo a criança tem contato com a LE (Língua Estrangeira), melhor será este aprendizado, tendo em vista que “as crianças assimilam uma LE, em particular o inglês, com maior naturalidade, quando começam mais cedo, pois desta forma poderão dedicar mais tempo ao aprendizado da língua alvo, acumulando um conhecimento maior e mais sólido;
_ Schütz (2005), por exemplo, afirma que há razões de ordem biológica, cognitiva, psicológica e ambiental para que a criança seja exposta a uma LE o mais cedo possível;
_ Também para Brown (1994), a linguagem desenvolve-se com mais eficácia durante a infância. Ele acredita que quanto mais cedo a criança é exposta a uma palavra (seja em LM ou em LE), maior será a retenção dessa palavra, e quanto mais engajada estiver a criança no processo de aprendizagem de uma LE mais rápido e com eficiência ela incorporará essas novas palavras. 




5. Raio X – Unidade Escolar João Ferry – Agricolândia(PI).
a. Nível de Ensino:
_ Fundamental  e  Médio.

b. Modalidade de Ensino:
_ Regular e  EJA.

c. Escola:
_ Pública Estadual. 

d. O (a) professor (a) está familiarizado (a) com os métodos de
ensino de língua estrangeira:
_ Sim.

e. Método utilizado pelo (a) professor (a):
 _ Método Direto.

f. Razão apontada pelo (a) professor (a) para a utilização do método citado:
_ A utilização do método direto, permite uma abordagem mais ampla do ensino de língua inglesa, por priorizar e focar no modelo de pergunta-resposta e por dar ênfase à conversação, onde o professor busca incutir nos alunos uma comunicação inspirada na realidade.

g. Se você observou uma aula, anote aqui o que você achou da mesma, com relação ao método usado:
_ A aula possui uma dinâmica que se apoia na figura da professora e na forma como esta interage com seus alunos, o que propicia um bom aproveitamento do ensino-aprendizagem. A fórmula pergunta-resposta escrita no quadro e copiada pelos alunos, a boa explanação dos tópicos mais difíceis e a leitura em voz alta, com o auxílio da repetição, confirmam a dinâmica da aula e atingem um nível próximo do ideal, apesar das dificuldades, tanto estruturais quanto motivacionais, que norteiam o ensino da língua inglesa numa escola pública. 

quarta-feira, 7 de março de 2012


ATIVIDADE DE LÍNGUA INGLESA I

Por Eldam de Sousa Barros.
 _Turn them into the questions:
1. _ She’s American = Is she American?
2. _ They’re English = Are they English?
3. _ You’re French = Are you French?

_ Say about yourself!
1. My name is Eldam.
2. I come from Brazil.
3. I live in Agricolândia- Piauí.
4. Pedro Leal street, 143th.
5. I’m 40 years old.
6. My e-mail address is dambarros@live.com
7. 
8. Now.
9. I work as watchman in a state school.

_ Where is it?
1. The Royal Ontario Museum?
_ It’s in Ontario / It’s  in Canada.
2. The Prado Museum?
_ It’s in Madrid / It’s in Spain.
3. The Great Wall?
_ It’s in China.
4  . The Empire State Building?
_ It’s in New York / It’s in USA.
5. The Taj Mahal?
_It’s in Agra / It’s in India.
6. The Kremlin?
_ It’s in Moscow / It’s in Russian.

_ Negative Form:
1. It isn’t Ontario/ It isn’t Canada.
2. It isn’t Madrid/ It isn’t Spain.
3. It isn’t China.
4. It isn’t New York / It isn’t USA.
5. It isn’t Agra/ It isn’t India.
6. It isn’t Moscow / It isn’t Russian.

_ Interrogative Form:
1. Is it Ontario? / Is it Canada?
2. Is it Madrid? / Is it Spain?
3. Is it China?
4. Is it New York? / Is it USA?
5. Is it Agra? / Is it India?
6. Is it Moscow? / Is it Russian?

_ Write about   yourself!
Am I a good guy? No. But I try to be a good guy. I think who the love and the goodwill always gonna win. I believe who the life is eternal in a second. I love my family and my friends. I like of music, movies, sports. I like of U2, Roxette, UB40 and others bands of music. If I believe in God? Yes, of course! God is in all. God is life and love.
Hey, Girl! Try make better!



_ Organize the conversation. Number 1 to 5.
A. Hello? Hello, this is Mário.
B. Is Valery there?                                                                         ( 1 )
           ____________________________________________________________
A. Sure. Does she have your number?
B. Yes! She has.                                                                              ( 3 )
_____________________________________________________________
A. I’m sorry, she isn´t here right now. She´s  working.
B. Can you ask her to call me at my work?                                    ( 2 )
______________________________________________________________
A. You’re welcome!
B. Bye.                                                                                            ( 5 )
______________________________________________________________
A. Ok. I’ll tell her.
B. Thank you very much!                                                               ( 4 )
________________________________________________________________

_ Mark ( I ) for informal and ( SF ) semi-informal:
Respostas –
1. (SF)
2. ( I )
3. (SF)

_ Put the words in the correct order:
1. 5:45 – six to a quarter = a quarter to six.
2. 7:30 – past half seven = half past seven.
3. 8:15 – eight quarter past = a quarter past eight.
4. It’s o’clock 11:00 = It’s 11:00 o’clock.

_ Write the numbers in full:
1. 4:00 pm = Four in the afternoon.
2. 5:15 = a quarter past five.
3. 6:45 = a quarter to seven.
4. 8:30 = past half eight.
5. 10 pm = ten in the evening.

- What time is it?
8:30 = It’s half past eight.
7:50 = It’s fifty past seven.
3:10 = It’s a ten past three.
4:15 = It’s  a quarter past four.
2:45 = It’s a quarter to three.
3:50 = It’s a fifty past three.
7:00 = It’s seven o’clock.
10:45 = It’s a quarter to eleven.
11:30 = It’s a past half eleven.
02:15 = It’s a quarter past two.
09:00 = It’s a nine o’clock.
07:10 = It’s a ten past seven.

terça-feira, 6 de março de 2012


ATIVIDADE 1 – PRÁTICA PEDAGÓGICA  I.

Por Eldam de Sousa Barros

1. Das características da língua:
a) – Old English – 500 a 1100.
_ As invasões germânicas, em especial os Anglos, Saxões e Jutos, contribuíram para a formação inicial do Inglês Arcaico, também chamado Inglês Anglo-Saxão.
_ É interessante apontar que as diferenças entre o Old English e o Modern English não se dá apenas na escrita ou na pronúncia. A própria estrutura gramatical é diferente, com os substantivos e verbos sofrendo declinações semelhantes ao latim e ao alemão.
b) – Midle English – 1100 a 1500.
_ O que mais se percebe, de fato, é a grande influência do francês, uma vez que esse se torna o idioma da nobreza, que eram os normandos, enquanto que os camponeses, antigos donos da terra, de origem anglo-saxônica, eram também obrigados a aprender o idioma do conquistador.
_ O Midle English tem outra característica que o diferencia tanto do Old English como do Modern English, é a grande variedades de dialetos, a ponto de dificultar a comunicação.
c) – Modern English – a partir de 1500.
_ Segundo Schütz (2010, p. 4): O advento da imprensa em 1475 e a criação de um sistema postal em 1516  possibilitaram a disseminação do dialeto de Londres – já então, o centro político, social e econômico da Inglaterra.
_ Como parte central desse período histórico, temos a figura daquele que é considerado o maior escritor inglês de todos os tempos, William Shakespeare. Suas peças teatrais, seus sonetos, bem como seus longos poemas, são a representação maior da construção de uma identidade nacional inglesa, bem como a padronização do idioma.

2. – Respostas:
a) – Por causa das duas principais tribos germânicas que invadiram a Inglaterra nessa época.
b) – Entre outras coisas foi a de fazer da língua inglesa uma língua única na Europa, já que todos os outros idiomas, inclusive o português, possuíam (e ainda possuem) uma grande semelhança entre a escrita e a fala, uma vez que a primeira origina-se da segunda. Isso não ocorre no inglês, principalmente para os não-nativos.
c) – Sua vasta obra é caracterizada pelo uso altamente criativo do vocabulário conhecido, além da criação de muitas palavras novas, com a transformação de substantivos em verbos, verbos em adjetivos, adição de sufixos e prefixos e o uso inteligente de linguagem figurada.

3. _ Por que Língua Franca? Porque a Língua Inglesa de um modo geral, representa atualmente a língua dos negócios internacionais e das comunicações, inclusive na rede mundial de computadores, a Internet.

4. _ Expansão e Colonização: Com o início do processo de colonização das Américas, que se fortalece no século XVII, a língua inglesa passa a assimilar vocábulos das mais diversas origens. Já ao fim do século XVIII, a língua inglesa havia se espalhado por diversas partes do mundo.

5. _ Nos dias de hoje, a expansão da língua se dá, não mais pela colonização armada, de invasão e povoamento, mas através da imposição de valores culturais, como por exemplo, o cinema, a música pop ou o rock’n’roll.

6. _ AUSTRÁLIA.
a) – Nome  oficial: Comunidade da Austrália (em inglês: Commonweath of Australia).
b) – Localização  geográfica: Oceania
c) – Embora não tenha uma língua oficial, na Austrália, por estar tão arraigado, o inglês se tornou a língua nacional.
d) _ A Austrália também não tem uma religião oficial.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

OUTRO FICHAMENTO


FICHAMENTO
01
Leitura e produção de textos com ênfase em gêneros discursivos.                                                                                  

RODRIGUES, Elias Maurício da Silva e RIBEIRO, Silvana da Silva___  Leitura e produção de textos com ênfase em gêneros discursivos, TERESINA, UAB/FUESPI/NEAD, 2011, 107p .

O livro enfatiza as muitas acepções que implicam o ato de ler, sugerindo que o uso de tal prática já está inserida  no meio cotidiano, sem contudo ignorar sua complexidade e buscando destacar a leitura e suas concepções, fazendo com que o leitor busque decifrar suas significações e ao mesmo tempo tente assimilar e entender a importância que a prática da leitura representa para a produção da escrita. Isto sem falar, da maneira eficaz como se refere às tipologias textuais e enumera os fatores linguísticos que estão na raiz dos tipos e gêneros textuais e termina por demonstrar a importância da produção dos textos acadêmicos,  expondo de forma clara e objetiva a estrutura multifacetada dos gêneros  discursivos, e ainda definindo com precisão cirúrgica a relevância que os gêneros acadêmicos possuem no âmbito da produção de textos e na forma como estes textos genéricos se constituem  como um dos pilares de sustenção da formação acadêmica. (pp. 13 a 102).






sábado, 25 de fevereiro de 2012

O CRIADOR ESTÁ MORTO


Em Foco – Dam L. Barros.

O CRIADOR ESTÁ MORTO

Entrevista por Mira Cruz, da Estaca Zero.

Numa conversa fictícia, descontraída, exclusiva, original e inédita,  onde um aspirante a escritor e roteirista, é entrevistado por uma de suas personagens, Barros conta tudo sobre Navarro, o roteiro que escreveu já há algum tempo, mas ainda não teve coragem de apresentá-lo a um produtor. Este sujeito baixinho, de voz áspera e quase inaudível, de temperamento inquieto e gestos nervosos, reflete nas suas expressões o passado duro e sem nenhuma expectativa que norteou sua vida ao longo de todos esses anos. Barros foi office-boy aos 16, vendedor “frustrado” aos 20, peão de obra aos 22 e por último foi cabreiro. Hoje, aos 40 anos, é só o idiota da família “Barros”.

“Qual é a trama de Navarro?”
Basicamente, é sobre um escritor de histórias policiais, encontrado morto no seu apartamento com um tiro no ouvido. Todos os indícios apontam suicídio. A polícia diz que foi suicídio. Mas, um de seus personagens, o detetive Nick Navarro, desconfia que seu criador, de fato, foi assassinado e resolve investigar o caso.
“Quer dizer então, que o detetive Nick Navarro, emerge da ficção para um contexto realista?”
Sim. Na verdade, são duas narrativas intercaladas, que se passam em cidades diferentes e épocas distintas.
“Sei. É um filme dentro do filme?”
Isso mesmo! A primeira narrativa enfoca o cotidiano carioca dos ebulientes anos 80 e acompanha os últimos passos de Ruy Diaz, o escritor. Diaz, escreve livros que ninguém lê, e nas horas vagas, dirige filmes pornográficos. Ao ser encontrado morto no seu apartamento, num caso de aparente suicídio, entra em cena o detetive Nick Navarro, que suspeita que o seu criador foi assassinado.
“Perdoe minha intromissão, mas quem confundiria assassinato com suicídio?”
Por aqui, isso é bastante comum. Há casos que aparentam assassinato, mas a polícia diz que é suicídio, e corrobora tal afirmação com dados imprecisos e pistas inconclusivas.
“Mas voltando a Navarro...”
No caso, a cena teria sido forjada para parecer suicídio. Neste ponto da história, Nick se transfere para o mundo do escritor, conquista a namorada deste – uma bela e jovem atriz pornô, no caso, você, com 25 aninhos à época – enquanto empreende sua busca desenfreada pelo assassino, tentando entender as motivações do crime.
“É algo bastante interessante. O que motiva uma pessoa a cometer um crime?”
É esse o cerne da questão. No caso de Navarro, a pergunta que não quer calar e que o atormenta ao longo da investigação é: Quem em sã consciência mataria um escritor medíocre e frustrado?
“E a outra narrativa?”
A outra narrativa é ambientada na Nova Iorque dos anos 40 e põe em foco o próprio detetive Nick Navarro, que ao investigar um caso banal de adultério, envolve-se amorosamente com a cliente que o contratou.
“Isso normalmente não acaba bem. Juntar o profissional e o pessoal é uma mistura quase sempre explosiva”
No caso de Nick e Bette, a cliente que o contratou e que se tornou sua amante, a paixão desenfreada entre eles vai conduzí-los a uma cilada, onde um trágico desfecho  os espera.
“Paixões tórridas são um atrativo a mais nos filmes policiais. É um filme policial?”
Sim, é um filme policial. Na verdade dois – o primeiro é um policial moderno com toques de humor e o segundo é um típico film noir. Mas neles, a violência é simbólica e o sexo é apenas sugerido.
“Como assim?”
É que tudo aquilo que você torna explícito, causa um impacto tremendo, mas o efeito deste impacto inicial se dilui rapidamente. Agora, se ao contrário, você sugere, insinua e apoia a narrativa em nuanças e significações vagas e misteriosas, então o interesse vai durar o tempo todo.
(continua)      

O PROFESSOR REFLEXIVO


1°) Formar o Professor Reflexivo é fundamental no mundo de hoje? Por quê?

Sim, é fundamental, sim. Tendo em vista que a atitude filosófica e a legítima atividade educativa, via de regra, são indissociáveis, a crítica e a reflexão são essenciais na formação do professor e servem de bússola para situá-lo no âmbito de todo um processo que possa tornar mais eficiente as práticas educacionais.

Mas o que vem a ser o professor reflexivo? Esta é a pergunta que não quer calar, e vem ecoando com força no contexto da educação. Donald Schön (1992), propõe a reflexão como método de formação dos professores. O professor reflexivo seria pois, aquele profissional que adquiriu o instrumental teórico-metodológico para pensar continuamente sobre sua "práxis", isto é, sobre sua teoria e ação na sua prática docente. Os críticos de Schön, contudo, alertam que ele propõe que se reflita exclusivamente sobre a prática docente de forma restrita e não ampla. Dessa forma, o professor deve refletir sobre sua "práxis", esta entendida como unidade teórica e prática. A "práxis", diz Severino (1994b, p. 28), "é atravessada pela intenção reflexão, o que a distingue de uma prática puramente mecânica".

Corroborando com a tese do professor reflexivo, encontramos as palavras de Rios (2002), ao assinalar que a docência da melhor qualidade não é a que ensina a ser técnico, a atender os anseios do capital, mas a aquela que se desenvolve no sentido de "compreender e ensinar o mundo".Segundo Paulo Freire, "ensinar exige criticidade", "reflexão crítica sobre a prática", "consciência do inacabamento", "apreensão da realidade", "curiosidade", "tomada consciente de decisões".

Resumindo, o ato filosófico e o ato de educar, por serem indissociáveis, tornam-se imprescindíveis ao processo educacional.
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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012


RESENHA CRÍTICA
(by Eldam de Sousa Barros.)
Os textos acadêmicos e outros textos (escritos).
JORDÃO, Clarissa Menezes; MARTINEZ, Juliana Zeggio __ Os textos acadêmicos e outros textos (escritos) in: Fundamentos do Texto em Língua Inglesa II. Editora IESDE. Curitiba-PR., 2009, pp. 13 a 42.

CREDENCIAIS DAS AUTORAS:
Clarissa Menezes Jordão é Pós-doutora em Globalização e Estudos na Universidade de Manitoba, Canadá. Doutora em Letras pela Universidade de São Paulo. Mestre em Literaturas de Língua Inglesa pela Universidade Federal do Paraná e Licenciada em Letras Inglês e Português pela Universidade Federal do Paraná.
Juliana Zeggio Martinez é Mestre em estudos linguísticos pela Universidade Federal do Paraná. Especialista em Linguística Aplicada ao Ensino da Língua Inglesa pela Faculdade Estadual de Ciências e Letras de Campo Mourão e Licenciada em Letras Inglês e Português pela Universidade Federal do Paraná.

RESUMO DO CAPÍTULO:
          A linguagem escrita tem papel primordial em nossa sociedade – quer seja porque a escrita é entendida como uma maneira eficiente de fazer durar, através dos tempos, nossos textos, quer seja pela praticidade em termos de comunicação. [...] Todo gênero textual apresenta determinadas características que nos fazem reconhecer tal gênero quando o vemos, por exemplo, uma carta pessoal, um artigo de revista, uma receita de comida, uma receita médica. Dentre todas essas diferentes construções sociais de gêneros textuais, está o gênero acadêmico.
            Leitores e autores de textos acadêmicos  são sujeitos um tanto quanto conservadores, buscando e reproduzindo em seus textos uma estrutura organizacional bastante estável, normalmente dividida em introdução, desenvolvimento e conclusão. Apesar de encontrarmos variedade nos tipos de textos acadêmicos, essa costuma ser a estrutura organizacional explicitamente encontrada em textos desse tipo.
           Tantos artigos acadêmicos, quanto teses, dissertações e monografias ou trabalhos de conclusão de curso se desenvolvem em torno dessa estruturação mínima. Em todos eles costuma aparecer também um resumo (na mesma língua em que o texto está escrito), seguido de palavras-chave que  indicam os principais aspectos que serão tratados no texto, e normalmente acompanhados de uma tradução deste resumo em uma língua estrangeira, conforme solicitada pelo veículo onde o texto está sendo publicado. Temos, portanto, como podemos perceber do que foi mencionado até agora, uma variedade de textos acadêmicos (abstract, artigos, teses, dissertações, monografias, trabalhos de conclusão de curso), relativamente estáveis em suas estruturas: esta estabilidade relativa constitui um gênero, o gênero acadêmico.
           Em revistas acadêmicas, ou academic journals em inglês, encontramos textos que se enquadram num padrão comum não apenas em termos de estrutura organizacional, mas também em termos de tamanho e formatação. Via de regra, artigos acadêmicos no Brasil têm 12 a 15 páginas, digitadas em fonte Times New Roman, tamanho 12, com espaçamento simples ou um e meio. Em termos organizacionais, artigos acadêmicos normalmente apresentam o nome do autor ou autores logo após o título, seguidos de um abstract e de palavras-chave (todos na língua em foi escrito o texto e mais uma ou duas outras línguas, dependendo da revista). Depois do texto propriamente dito, os artigos acadêmicos trazem uma lista de referências bibliográficas, acompanhadas por anexos e apêndices, elementos opcionais que eventualmente sejam considerados importantes pelo autor para a expansão da leitura do texto.

 APRECIAÇÕES DO RESENHISTA:
         O texto  do capítulo traz uma abordagem dos textos acadêmicos de forma ampla, destacando sua estrutura organizacional e suas especificidades e também sua importância no que se refere à pesquisa científica. Sua leitura é agradável e as informações que ele contempla, são de suma importância, para situar o leitor e orientá-lo acerca das muitas diferenciações que definem os textos acadêmicos, apesar de todos possuírem uma estruturação básica em comum, que deságua na introdução, desenvolvimento e conclusão, sendo que tal estruturação constitui a essência dos mais variados textos que circulam no nosso cotidiano.
          As autoras expõem de maneira clara e objetiva, esta estruturação básica e tratam também dos artigos acadêmicos, os quais são imprescindíveis na divulgação e circulação da pesquisa científica, detalhando sua estruturação e sua importância nos meios acadêmicos.
          Por fim, voltando aos textos acadêmicos, as autoras enfatizam no seu texto os estágios que compõem a formação acadêmica e lançam luz sobre a monografia, que representa um primeiro estágio, o da graduação, discorrem sobre a dissertação, que num segundo estágio, o mestrado, exige uma análise mais aprofundada da pesquisa, e por último, temos a tese, que faz parte de um terceiro estágio, o doutorado, e tem como requisitos, a originalidade do tema e abordagem da pesquisa de forma mais complexa.