segunda-feira, 15 de julho de 2013

FRANKESTEIN DE MARY SHELLEY.
          
          Escrito no século XVIII, pela então adolescente Mary Shelley, Frankestein é um dos grandes representantes da novela gótica, muito popular naquela época. Nela, o cientista, Victor Frankestein, junta partes de cadáveres, para criar e dar vida a uma criatura. Seria ele louco? Talvez... Mas sua personalidade complexa representa a oposição entre os avanços da ciência e a religião, esta refratária de uma verdade absoluta.
          Victor personifica a maior de todas as aspirações do ser humano – tornar-se Deus. Alucinado na sua lucidez, obcecado na sua obsessão, este personagem já clássico se tornou o símbolo da falta de ética e do  bom-senso, requisitos fundamentais no campo da ciência. É natural que muitos leitores acreditem que Frankestein é o nome da criatura, mas como se sabe é o nome do cientista que a criou. A história é belíssima, com o prólogo e o epílogo passados no ártico.

      Talvez o que salte aos olhos, quando analisamos a personalidade de Victor Frankestein, seja o seu desejo irrefreável de frear a morte, como se fosse possível fugir da certeza de que todo ser vivo nasce, cresce, se reproduz e invariavelmente, morre. Essa negação de que a vida caminha para a morte, é própria do ser humano, que já nasce cheio de medos. A personagem é puramente humana, mas aquilo que almeja é impossível, pois foge ao entendimento humano.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013


Resenha Crítica
By Eldam de Sousa Barros.

Assis, Machado de, A Cartomante, in: Contos, L&PM editores, Porto Alegre, RS, 1ª. edição, maio de 1998.

RESUMO DA OBRA.
Um triângulo amoroso onde a soma dos quadrados dos catetos não é igual à soma do quadrado da hipotenusa, pois a ideia do adultério como crime e da morte como punição está inserida no corpo de história, quebrando as estruturas desse triângulo. Em suma, Camilo e Vilela representam os extremos dessa relação que convergem para um único ponto, que é a bela e sonsa Rita.
Amigos desde a mais tenra infância, os dois seguem caminhos diferentes no campo profissional. Vilela torna-se magistrado e Camilo, funcionário público. Vilela casa-se com Rita, mas a morte da mãe de Camilo, termina por reaproximá-los. Trazido ao convívio familiar do casal, o moço enamora-se de Rita e é correspondido. Esse amor idílico transcorre de forma tranquila, sem sobressaltos e sustos. Camilo e Rita eram como almas gêmeas. Liam os mesmos livros, iam juntos a teatros e passeios. Mas de uma hora para outra, ele passa a receber cartas que o acusam de adúltero e ameaçam fazer ruir esse castelo de cartas marcadas. Desconfiado e temeroso, decide diminuir suas visitas ao casal. Rita, porém, resolve consultar uma cartomante para saber se Camilo ainda a ama.
A partir deste ponto, a figura da cartomante passa a nortear os múltiplos caminhos que esta relação a três sugere, dentro do contexto que une ficção e realidade no ângulo onde aquilo que está sendo narrado e aquilo que é comum e corriqueiro no cotidiano do leitor se tocam. Pois, a mulher que diz prever o futuro, é na verdade uma embusteira, que vaticina diante de seus clientes, o que eles querem ouvir, num jogo de dissimulação e mentiras que se coadunam numa ideia falsa do caráter da mulher que se diz capaz de adivinhar o futuro.
Ao tomar conhecimento de que Rita consultara uma vidente para saber do amor que ele sentia por ela, Camilo a repreende e ri da sua credulidade. Rita usa de todos os argumentos que possui para convencê-lo do contrário, mas o amante se mostra irredutível em acreditar nas previsões da embusteira.
Vilela, o vértice indesejado deste triângulo amoroso não tem tempo para consultar cartomantes e embusteiros. Seu tempo é todo empenhado na dedicação ao trabalho. Mas de uma hora para  outra, seu comportamento muda, ele passa a ficar desconfiado e se mostra frio e distante em relação à sua mulher, e principalmente em relação ao amigo. Rita percebe essa mudança de comportamento e prevenida, adverte o amante.
Quando pois, Camilo recebe um mensageiro trazendo uma carta de Vilela, ele estremece. Ao ler a carta, suas previsões se confirmam. O amigo pede que ele compareça à sua casa sem demora, pois tem um assunto sério a tratar. O jovem moço se enche de medo e pavor. Teria o marido traído descoberto tudo, e o assunto a que se referia, não seria nada mais que um acerto de contas? Ele se pergunta e se perde em meio a um mar de dúvidas e conjeturas. Mas consegue controlar os nervos e de forma ponderada resolve ir ao encontro do seu destino. No caminho, seu espírito se inclina à ideia de consultar a mesma cartomante que Rita. A mulher se mostra perspicaz e consegue com a sua lábia, envolver o cliente. Camilo se rende diante da predição de que ele e sua Rita vão ser felizes para sempre.
Aliviado de suas preocupações e esvaziado de seus medos, Camilo segue alegre para encontrar o amigo. Ao   chegar à casa deVilela, bate à porta e espera. Ele sente-se leve e feliz. O próprio Vilela abre-lhe a porta, mas Camilo nota-lhe uma alteração no rosto. O amigo parece transtornado e mostra frieza ao convidá-lo para entrar. Camilo entra, e após o outro fazer-lhe sinal, seguem para uma saleta interior, onde  o que ele vê ao adentrar à sala o deixa paralisado. Sua bela Rita jaz ensanguentada sobre o canapé. Vilela o agarra pela gola e joga contra a parede. E com dois tiros o mata.

CONSIDERAÇÕES DO RESENHISTA.

O conto A Cartomante é um dos pontos altos da obra machadiana. Nele, narra-se de forma simples, clara e concisa, o desenrolar de um triângulo amoroso onde o desfecho trágico vem pontuar a pureza de estilo e o domínio da arte que espelham o trabalho de um mestre. Poder-se-ia afirmar, sem prejuízo à obra de um dos maiores escritores da língua portuguesa, que o Machado contista é quase melhor do que o Machado romancista. Autor de romances célebres como  Memórias Póstumas de Brás Cubas, Quincas Borbas e Dom Casmurro, que o elevaram ao patamar dos grandes mestres da literatura, Joaquim Maria Machado de Assis também escreveu peças de teatro e no início de sua produção literária foi poeta. Mas seus contos, assim como seus romances são mais representativos do seu ofício de ficcionista maior. Contos como A Causa Secreta, Esses Braços, Missa do Galo e A Cartomante, traduzem a essência da obra machadiana. Faz-se mister ressaltar, que Machado de Assis é quase uma unanimidade entre escritores, leitores e estudiosos da arte literária e muitos o consideram o maior escritor brasileiro de todos os tempos.
A glória que eleva, honra e consola, talvez seja a melhor tradução da trajetória da vida e da obra de Machado de Assis. Mulato e pobre, ele foi um “autodidata” que superou os maiores obstáculos e se tornou um exemplo a ser seguido. Exerceu várias profissões e sua obra de ficcionista se divide numa fase romântica e principalmente numa fase realista. Talvez seus romances reflitam melhor, à luz da produção literária, seu ofício de escritor, mas seus contos são considerados pequenas obras-primas da arte literária. Dentre seus contos, A Cartomante ocupa um lugar de destaque, pela temática e desenrolar da trama. A teia que envolve as relações de um triângulo amoroso e seus desdobramentos, já é por si só, apaixonante. Mas o desfecho, poder-se-ia defini-lo como a quintessência da obra machadiana.

ATIVIDADE 2 DE TEORIA DA LITERATURA

Por Eldam de Sousa Barros
     
     Os textos estudados possuem aspectos que objetivam a comunicação por meio da discussão de ideias, que servem de ligação entre texto e leitor. Dessa forma, o entendimento que se depreende do conteúdo é algo que se caracteriza por aquilo que se busca transmitir. O efeito causado pelas nuanças que compõem tanto a denotação quanto a conotação, encontram-se, inseridos no corpo de um e outro texto.
      Vale ressaltar, que embora o texto 1, um texto jornalístico onde a exposição de ideias se apoie em fatos concretos, não difere muito do texto 2, um poema. Pois em ambos, nota-se uma alternância entre a denotação, um sentido real e a conotação, um sentido figurado.
      Como exemplo de denotação pode-se enumerar frases, tais como: “O poeta é um fingidor”, “A dor que deveras sente”, “E os que leem o que escreve” “ São quase 300 milhões de reais pagos e empenhados”. Já a conotação pode ser representada por frases como: “ Esse comboio de cordas que se chama coração”, “Firmino chega e comenta que há ainda muitas informações para se pegar”. “Que chega a fingir que é dor”, etc.
       Nota-se  que tantos os aspectos denotativos, quanto os conotativos são fundamentais na composição de um texto. E que a ênfase que às vezes é dada a um ou outro sentido, tende a enriquecer aquilo que se pretende transmitir ao leitor. É como se o texto fosse uma pedra bruta, e com o auxílio da denotação e da conotação pudesse ser lapidado até se tornar uma joia rara.
      Por outro lado, o encadeamento de ideias exige que tanto um sentido como o outro deva ser utilizado da forma que a clareza, a concisão e o entendimento tácito não possam ser comprometidos, com prejuízo para o autor, aquele que busca transmitir algo ou alguma coisa, e que é portanto o emissor, e ao leitor, o alvo que um determinado texto busca atingir, sendo que este é o que chamamos de receptor. Ou seja, o sentido real e o sentido figurado são recursos literários fundamentais na transmissão de uma ideia ou grupo de ideias. 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013


ATIVIDADE 1 DE TEORIA DA LITERATURA

Por Eldam de Sousa Barros.

      Via de regra, Teoria e Literatura são complementares entre si, mas na prática, uma não explica a outra. Isto porque, teorizar é em sua essência, propor questionamentos, buscar respostas. Enquanto que Literatura está além de definições e conceitos. Mas em contrapartida, embora seja apresentada como um objeto científico de variadas formas, e com um alto grau de complexidade, a Teoria Literária é algo dinâmica e bastante atual.
      No mundo moderno, aquilo que conhecemos por Teoria da Literatura possui uma dinâmica cuja primeira impressão que nos causa é forte, duradoura e vivaz. Mas a despeito da soma dos interesses múltiplos e dos diversos caminhos que atravessam a Teoria Literária, uma definição desta à luz do rigor científico, é algo impossível. Nela, a ausência de  pureza e a multiplicidade de meios espelham suas características sob dois espectros. O primeiro deles se apoia na força inclusiva, que  torna a Teoria da Literatura completamente racional, face  às muitas teorias existentes. Já o segundo, recai sobre o discurso impuro, às vezes ambíguo, às vezes harmônico, mas sempre despido de pressupostos que aludem à realidade.
      Deve-se ressaltar que a Teoria Literária, um vasto campo, pontuado por paradigmas e conceitos múltiplos, e às vezes infestado por crenças, valores e preconceitos implícitos, ainda suscita muito mais dúvidas que certezas. Pois ela se apoia sobre um pensamento crítico, que embora busque novos rumos e conceitos, não deixa de ser teórico, e portanto inconclusivo.
      Por último, a Teoria da Literatura busca esmiuçar, de forma objetiva e incisiva, os aspectos relevantes de uma obra, com foco no uso da palavra como ponto de partida que se estende a autor, chegando até o leitor, e dessa forma, culminando num processo amplo, rico e dinâmico, cuja metodologia reflete uma relação histórica entre o homem e o mundo que o cerca.

     

      

quinta-feira, 20 de setembro de 2012


Agricolândia – Ordem e Progresso?

Por Kátia Mendes Barradas Barros,
Aluna do 3º. Ano do Ensino Médio
         
         A pequena cidade de Agricolândia, localiza-se na microrregião do médio-parnaíba  piauiense e é acessada pela BR-316. Com população estimada em 5.080 habitantes, não possui indústrias, mas é servida pelos serviços dos correios, casa lotérica, Bradesco e um terminal do Banco do Brasil. Seus moradores vivem basicamente da lavoura, agropecuária e pequenos comércios. É uma cidade pacata, com povo alegre e hospitaleiro.
          Mas apesar desses aspectos positivos, nossa cidade encontra-se em estado de decadência. Daí recai sobre nós o seguinte questionamento: Será que nossos representantes estão conduzindo nossa cidade para o progresso?
          Na minha opinião, tal progresso ainda está aquém do desejado, pois os serviços públicos de um modo geral são ineficientes e ineficazes, tendo em vista que nossos governantes fazem uso inadequado das verbas públicas.
          Com base em enquete realizada por alunos do último ano do ensino médio da escola estadual João Ferry, 90% dos entrevistados mostram-se insatisfeitos com os rumos da administração do atual prefeito e também dos seus antecessores.
         Em contrapartida, 10% dos entrevistados afirmam que a administração atual está boa sim. Segundo estas pessoas, os pagamentos estão em dia, a Saúde está ótima e há atendimento odontológico todos os dias. Porém, sabe-se que o salário de boa parte dos funcionários do município está em atraso. Houve aumento considerável da criminalidade, como por exemplo, a tentativa de assalto à agência do Banco Bradesco de nossa cidade. Em relação à Saúde, constatou-se que devido à má distribuição, medicamentos estão indo  parar no lixo, por conta da perda do prazo de validade. Isto sem mencionar a coleta de lixo precária, que tem suscitado muitas reclamações por parte da população.
        Segundo o vereador Caldinei de Freitas Cardoso, popularmente conhecido como PC, ainda faltam recursos para nossa cidade, pois tal situação poderia mudar se houvesse uma melhor administração e um aumento nos recursos estaduais e federais para o município. E ainda a implantação de pequenas empresas, gerando uma oferta maior de empregos. Já com relação à segurança pública, o policial Emiliano destaca uma questão importante, que é a dos dependentes químicos, haja vista que as autoridades estão mais preocupadas com o lado da diversão do que com as pessoas em si.
          Do ponto de vista de ambos os entrevistados, percebe-se claramente como anda a administração do município, que tem se mostrado capenga e falha. Em contrapartida, o povo poderia ter uma maior participação na administração do município, cobrando e analisando a forma como nosso dinheiro está sendo usado.
         Concluindo, em detrimento do caos em que se encontra a administração da cidade, o que resta à população é buscar formas de melhorar nossa situação, escolhendo com mais atenção nossos representantes, cobrando serviços e comprometimento com o progresso do município. Dessa forma, poderemos um dia ter o orgulho de dizer que moramos em Agricolândia.


quinta-feira, 30 de agosto de 2012


Teoria na Prática

          No ensino de uma língua estrangeira (LE), no caso específico da língua inglesa (LI), a prática oral em sala de aula é algo necessário e essencial, mas em relação aos pressupostos teóricos, na prática, tal conceito torna-se pouco ou quase nada funcional. Vale destacar que a tal “funcionalidade” à qual me refiro, não é plena devido às nuanças que permeiam os aspectos culturais. Em outras palavras, a soma de alunos desmotivados e professores dependentes das práticas pedagógicas que em relação à língua inglesa são pouco incisivas, resulta  numa equação que não é satisfatória, pelo contrário, deixa muito a desejar, pois em tese, o objetivo básico, que é a fluência da língua-alvo, na prática está longe de ser alcançado.
          A partir das observações em sala de aula, chega-se à conclusão que o uso da oralidade é pouco usual, não por culpa da professora, que a despeito da falta de estrutura e das falhas inerentes aos suportes pedagógicos, se esforça em colocar em prática algo que na teoria deveria funcionar, mas no aspecto da realidade da sala de aula,  não acontece. Faz-se  mister  salientar, que a professora  recorre com frequência ao uso de audições e conversações na tentativa de incutir nos alunos a importância da oralidade na melhoria da capacidade da fluência e domínio da língua-alvo.
          No entanto, ainda há muitas falhas, como se fossem rachaduras e fissuras, no processo de ensino-aprendizagem, que poderiam, se não  corrigidas no todo, mas em parte, poderiam ser sanadas, com uso  maior de suportes pedagógicos e a utilização de ferramentas eficazes que possam alavancar o uso da oralidade em sala de aula, com alunos mais motivados e participativos no cenário escolar.
          É claro, que existe um abismo a ser transposto nesse processo, mas tal desafio poderia ser superado, se houvesse um maior comprometimento por parte de todos os envolvidos. É que a teoria, na prática, nem sempre funciona a contento, se no caso, professores e educadores, a escola, e alguns setores da sociedade não se empenharem na busca por soluções que possam contribuir para o ensino eficiente da língua inglesa, culminando na fluência ampla e irrestrita do idioma.

terça-feira, 31 de julho de 2012


ATIVIDADE 3 DE READING 1.


Atividade de Aprendizagem nº 03

1. Leia o seguinte texto utilizando a estratégia Skimming e escreva com suas palavras sobre o que o texto aborda.

The electric light was a failure.

Maggie Koerth-Baker
Invented by the British chemist Humphry Davy in the early 1800s, it spent nearly 80 years being passed from one initially hopeful researcher to another, like some not-quite-housebroken puppy. In 1879, Thomas Edison finally figured out how to make an incandescent light bulb that people would buy. But that didn’t mean the technology immediately became successful. It took another 40 years, into the 1920s, for electric utilities to become stable, profitable businesses. And even then, success happened only because the utilities created other reasons to consume electricity. They invented the electric toaster and the electric curling iron and found lots of uses for electric motors. They built Coney Island. They installed electric streetcar lines in any place large enough to call itself a town. All of this, these frivolous gadgets and pleasurable diversions, gave us the light bulb. We tend to rewrite the histories of technological innovation, making myths about a guy who had a great idea that changed the world. In reality, though, innovation isn’t the goal; it’s everything that gets you there. It’s bad financial decisions and blueprints for machines that weren’t built until decades later. It’s the important leaps forward that synthesize lots of ideas,
and it’s the belly-up failures that teach us what not to do. When we ignore how innovation actually works, we make it hard to see what’s happening right in front of us today. If you don’t know that the incandescent light was a failure before it was a success, it’s easy to write off some modern energy innovations — like solar panels — because they haven’t hit the big time fast enough.
Worse, the fairy-tale view of history implies that innovation has an end. It doesn’t. What we want and what we need keeps changing. The incandescent light was a 19th-century failure and a 20th- century success. Now it’s a failure again, edged out by new technologies, like  LEDs, that were, themselves, failures for many years. That’s what this issue is about: all the little failures, trivialities and notquite-solved mysteries that make the successes possible. This is what innovation looks like. It’s messy, and it’s awesome.

_O texto trata de inovação e suas implicações e bate na tecla de como criamos mitos sobre um cara que teve uma grande ideia que mudou o mundo. Só que a inovação em si, não é objetivo, e sim, tudo o que leva você até lá. A luz elétrica foi um fracasso inicialmente e só alcançou o sucesso mais de um século depois. A lâmpada elétrica foi um fracasso no século 19 e um sucesso no século 20. O inventor da lâmpada elétrica, Thomas Alva Edison, definiu bem o sentido da inovação ao falar sobre o conceito de genialidade. “Gênio é um por cento de inspiração e noventa e nove por cento de transpiração” ele teria dito. 

2. Leia novamente o texto e diga qual sua ideia principal.

_ A ideia principal trata de inovação  e fracasso e inovação e sucesso, na forma como uma grande ideia encontra resistência na sua fase inicial, mas com o tempo, acaba sendo bem sucedida.

3. Veja o texto a seguir. Observando o título do texto, o que você pode dizer sobre o que texto irá abordar? E quais pontos você acha que ele irá tratar?

The History of Pizza

One of the most popular foods around the world today is pizza. Pizza restaurants are popular everywhere from Beijing to Moscow to Rio, and even in the United States, the home of the hamburger, there are more pizza restaurants than hamburger places. This worldwide love for pizza is a fairly recent phenomenon. Before the 1950s, pizza was a purely Italian food, with a long history in southern Italy.
The origins of pizza are somewhat uncertain, though they may go back to the Greeks (pita bread) or even earlier. Under the Roman Empire, Italians often ate flat circles of bread, which they may have flavored with olive oil, cheese, and herbs.
By about the year 1000 A.D. in the area around Naples, this bread had a name: picea. This early kind of pizza lacked one of the main ingredients we associate with pizza: the tomato. In fact, tomatoes did not exist in Europe until the sixteenth century, when Spanish explorers brought them back from South America. The Spanish showed little interest in tomatoes, but southern Italians soon began to cultivate them and use them in cooking. At some point in the 1600s, Neapolitan tomatoes were added to pizza, as it was known by then.
The next development in pizza making came about, according to legend, in June 1889, when a Neapolitan pizza maker was asked to make pizza for the king and queen. To show his patriotism, he decided to make it green, white, and red, like the Italian flag, using basil leaves, mozzarella and tomato. He named his pizza "Margherita," after the queen, and that is what this classic kind of pizza is still called today. In Italy, pizza remained a specialty of Naples and other areas of the south until well into the twentieth century. Then, in the 1950s and 60s, when many southerners moved to the north to work in the new factories, pizzerias opened up in many northern Italian cities. By the 1980s, they could be found all over the country and pizza had become a part of the Italian way of life.
Today, pizza has become so common in so many countries that its Italian origins are often forgotten. Indeed, the global versions of pizza made with all kinds of ingredients have little in common with the Neapolitan original, as anyone knows who has tasted a pizza in Naples.
(Source: Wikipedia.com)

Supporting points (main ideas):
_O texto trata da história da Pizza, sua origem e a forma como ela se espalhou pelo mundo

Paragraph 2:
_ A origem da Pizza é incerta, sendo sua invenção atribuída aos gregos inicialmente, embora no Império Romano, existisse um preparado de massa com azeite de oliva, queijo e ervas.

Paragraph 3:
_ Por volta do ano 1000 d.C, em Nápoles ela recebeu o nome de “picea”, ou seja, Pizza, embora o tomate, um de seus ingredientes mais populares só tenha sido adicionado por volta de 1600 d.C.

Paragraph 4:
_ Em junho de 1889, um pizzaiolo napolitano, preparou um pizza com as cores da bandeira italiana, em homenagem ao Rei e à Rainha. Nas cores verde, branco e vermelho, surgia a pizza batizada de “Margherita”

Paragraph 5:
_ A partir dos anos 50 do século 20, as pizzarias se espalharam pela Itália e nos anos 80, a pizza era parte integrante do jeito italiano de ser.

Paragraph 6:
_ Nos tempos atuais a pizza está presente em todo o mundo, e a sua origem italiana é com frequência esquecida.






. Atividade de Aprendizagem nº 04

Leia os textos a seguir e responda as perguntas abaixo:


TEXTO 1:

World Hunger and Resources

The 4.8 pounds of grain fed to cattle to produce one pound of beef for human beings represents a colossal waste of resources in a world still teeming with people who suffer from profound hunger and malnutrition. According to the British group Vegfam, a 10-acre farm can support 60 people growing soybeans, 24 people growing wheat, 10 people growing corn and only two producing cattle. Britain—with 56 million people—could support a population of 250 million on an all-vegetable diet. Because 90 percent of U.S. and European meat eaters" grain consumption is indirect (first being fed to animals), westerners each consume 2,000 pounds of grain a year. Most grain in underdeveloped countries is consumed directly.
While it is true that many animals graze on land that would be unsuitable for cultivation, the demand for meat has taken millions of productive acres away from farm inventories. The cost of that is incalculable. As Diet For a Small Planet author Frances Moore Lappé writes, imagine sitting down to an eight-ounce steak. "Then imagine the room filled with 45 to 50 people with empty bowls in front of them. For the "feed cost" of your steak, each of their bowls could be filledwith a full cup of cooked cereal grains."
Harvard nutritionist Jean Mayer estimates that reducing meat production by just 10 percent in the U.S. would free enough grain to feed 60 million people. Authors Paul and Anne Ehrlich note that a pound of wheat can be grown with 60 pounds of water, whereas a pound of meat requires 2,500to 6,000 pounds.


TEXTO 2:

Telefonica and Vodafone to Combine Mobile Forces in Britain

BERLIN — Telefónica and Vodafone said Thursday they planned to combine their wireless phone grids in Britain and jointly build a new, superfast network to keep pace with the market leader, Everything Everywhere, a joint venture of T-Mobile and France Télécom. Combining the networks of O2 U.K., the No. 2 British operator owned by Telefónica, and Vodafone U.K., the No. 3, will enable the carriers to split the costs of building a national mobile broadband network next year using Long Term Evolution, or LTE, technology. The British government plans to sell broadcast spectrum for LTE service by the end of this year.
At a press conference in London, the Vodafone U.K. chief executive, Guy Laurence, and the Telefónica U.K. chief executive, Ronan Dunne, said the carriers would continue to operate competing services and would even bid against each other in Britain’s upcoming 4G spectrum auction.
But the combination will let both save on operating and equipment costs. One physical grid running independent networks will mean greater efficiency, fewer site builds, broader coverage and, crucially, investment in innovation and better competition for the customer,” Mr. Dunne said.
Europe’s mobile phone market has roughly 60 distinct network operators, according to the GSM Association, a London group representing the industry. That level of infrastructure is about three times the density in North America and Asia, and operators are increasingly collaborating on grids with rivals to reduce operating costs and future upgrades.
Vodafone and Telefónica plan to place their U.K. networks into a 50-50 venture, which will encompass a combined 18,500 cell tower masts, an increase of roughly 40 percent for each operator. Telefónica already shares its network with Vodafone in Spain and with T-Mobile in the Czech Republic. The U.K. venture expands on a previous equipment sharing partnership called Cornerstone between O2 and Vodafone begun in 2009.
(…)
Fonte: http://www.nytimes.com/2012/06/08/technology/telefonica-and-vodafone-tocombine-
mobile-forces-in-britain.html?ref=technology#h[BTaBTa]

1. Em qual dos textos você encontra dados sobre a fome no mundo? Como você achou essa informação?
_ No texto 1. A partir da afirmação de que pessoas ainda passam fome no mundo e sofrem de desnutrição, decorrente da falta de alimentos.

2. O que indicam os números no parágrafo 02 do texto 01? Que conclusão você tira da leitura desses números?
_ Indicam a área de campos que podem ser cultivados para tornar auto-suficiente um determinado grupo de pessoas.

3. Quem é o nutricionista de Harvard e o que ele pensa sobre a questão da
distribuição de alimentos? Onde você encontrou essa informação?
_ O nutricionista Jean Mayer, estima que uma redução de dez por cento na produção de carne nos Estados Unidos, pode estimular a produção de grãos suficiente para alimentar 60 milhões de pesssoas.
Esta informação consta do último parágrafo do texto 01.

4. Em que texto você encontra dados sobre a união de duas companhias
telefônicas na Inglaterra? O que levou você a perceber isso?
_ No texto 2. O próprio título do texto enfatiza que as duas companhias pretendem juntar forças para dominar o mercado de telefonia no Reino Unido.