quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012


QUESTIONÁRIO DE FILOSOFIA 1.
1°)Conceitue filosofia;
2°)Quais são as principais caracteristicas da atitude filosófica?
3°)Nos dias de Hoje, é verdadeiro afirmar que a filosofia é uma Ciência? Justifique.
4°)Em que sentido, no fasciculo, afirma-se que a Filosofia é formadora do ser humano?
RESPOSTAS.

1._ A Filosofia é uma busca contínua, uma atividade crítica que tem como objeto de estudo a totalidade do real. Como tal, ela constitui historicamente um conjunto de conhecimento sobre algo que, todavia, nunca está definitivamente acabado. Não é possível haver uma definição de Filosofia, pois uma definição é algo fechado e restrito. Enquanto a Filosofia é movimento, é saber ou forma de conhecer aberta. Sendo assim, apenas pode-se conceituá-la. Ela, a Filosofia, é um pensar de modo claro e crítico acerca dos problemas da realidade.

2._ A crítica e a reflexão são, por excelência, a essência da atitude filosófica. Para aprender a filosofar, é preciso adotar uma atitude indagadora. É como se fosse uma espécie de retorno à primeira infância, onde a criança, por exemplo, se guia por indagações e questionamentos. Essa maneira de ver, escutar, e sentir as coisas é o princípio fundamental da atitude filosófica.

3._ Não. Hoje em dia, entendemos a Filosofia e a Ciência como duas áreas de estudo separadas. Embora desde a Grécia antiga, o saber filosófico englobasse o conjunto do conhecimento racional desenvolvido pelo ser humano. Dessa maneira, o filósofo explorava os mais diversos campos do saber, e não havia separação entre Filosofia e Ciência. Mas a partir da Idade Moderna, diversas áreas do saber, desligaram-se da Filosofia, entre elas, a Ciência. Embora no contexto dessa separação, a Filosofia, não tenha de todo abandonado seus vínculos com o saber científico, pois sua abordagem abrangente, ainda representa a possível integração de todos esses saberes específicos.

4._ Levando-se em conta que a atitude filosófica não é outra coisa senão o exercício da faculdade humana do raciocínio, podemos então concluir, que o filosofar é um meio determinante da constituição do homem como ser humano, isto é, como ser social, político, cultural, moral, racional, enfim, que faz história.Resumindo, filosofar é, por natureza, um ato educacional. O exercício filosófico, na medida em que se constitui como exercício crítico e reflexivo, possibilita ao homem compreender a realidade à sua volta, com mais exatidão, de forma ampla e com plena consciência de si mesmo, o que se traduz num importante método pedagógico e reflete o processo educativo de ensino/aprendizagem como um todo.
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012


EDUCAÇÃO – CONCEITO, FINS E OBJETIVOS.
                 

                 O que é educação?
               Diante da impossibilidade de se definir o que é educação, frente às diferentes concepções, que pressupõem uma ideia de educação dominante no Ocidente e outra no Oriente, e mesmo a concepção ocidental tende a se mostrar diferente entre as nações, ou mesmo localidades e comunidades dentro de um mesmo país, resta-nos a possibilidade de se conceituar a educação.
                  Mas de que maneira  é possível conceituar Educação?
         Se recorrermos à acepção do verbo educar, que significa fazer alguém adquirir hábitos e conhecimentos para viver em sociedade, a educação seria então, um processo pelo qual se orienta, instrui e se incute valores morais, éticos, culturais, políticos e sociais na consciência do indivíduo, tornando-o apto ao convívio social.
                 É claro, que se pode apresentar uma série de conceitos no que se refere a educar, sem contudo, encontrar uma definição que seja aceita como regra absoluta. Pode-se ainda conceituar a educação, à luz de um “consenso”, do que representa educar “como sendo um conjunto de atividades processuais, sistemáticas ou não, que visam direcionar para desenvolver o ser humano”.
                Neste caso, os fins da educação, se traduzem na apreensão de valores, na busca por saberes e na elaboração de práticas desejadas e necessitadas pelos sujeitos (educandos e educadores). Mas se o conhecimento e os valores, constituem  o meio de difusão da educação, é pertinente que se indague: Qual conhecimento? Para quê? E quais valores? A resposta para estes questionamentos, traduz-se no  conhecimento que sirva para humanizar os indivíduos e reflete valores morais, éticos, culturais, políticos,   que possam contribuir para formar cidadãos melhores e justos.
              Dessa forma, o objetivo central da educação é tornar o ser humano um ser racional, social, político, cultural, etc. Pois se o homem é em sua essência um animal social e político, harmonizar esses dois valores, deve ser o objetivo final da atividade educacional.  

PROPAGANDAS IMPRESSAS, EDUCAÇÃO E LEITURA.

AUTORA: EVELIZE M.M.C. REIS.

RESUMO: Entender o processo de produção de sentidos a partir da leitura de textos publicitários é o objetivo deste trabalho. A riqueza de tais gêneros e sua popularidade, despertam o interesse dos jovens. No texto publicitário, o autor deixa evidente o tipo de leitor que pretende atingir. E por ser um dos mais fortes veículos de comunicação de massa, o seu objetivo é o de convencer ou persuadir o público acerca de um determinado produto ou serviço e procura despertar no leitor o desejo por determinado produto. Nesse contexto, é que se destaca um dos mecanismos mais utilizados na linguagem publicitária: a argumentação. A linguagem publicitária não só estrutura seus enunciados através da argumentação, como também se utiliza do processo de implicitação. Na propaganda impressa, texto e imagem buscam persuadir o leitor na escolha do produto. Os textos são organizados de forma a produzir um discurso que convença o destinatário a adquirir o produto. O processo de produção de sentidos a partir da leitura do gênero discursivo propaganda impressa pode ser ensinado na escola, por tratar-se de um gênero que atrai e encanta, pois está presente no cotidiano de todos, sendo portanto de fácil acesso.

ESTRUTURA DE UM TEXTO ACADÊMICO – ARTIGO.

TÍTULO: PROPAGANDAS IMPRESSAS, EDUCAÇÃO E LEITURA.

RESUMO: O presente trabalho popõe e busca uma discussão acerca das concepções de leitura, sendo que tais concepções se apresentam como ponto de partida para a análise do gênero discursivo propaganda, sob a perspectiva interacional e ainda uma pretensa reflexão sobre a importância desse gênero – a propaganda impressa – na esfera que engloba o processo de ensino, que visa a formação de leitores-sujeitos mais críticos e aptos no convívio cotidiano. A exploração de tal gênero em sala de aulas, proporciona um maior desenvolvimento do pensamento crítico, algo essencial para a formação de um sujeito-cidadão-leitor.

Palavras-chave: Leitura, educação, propagandas impressas.

Corpo do artigo Introdução, desenvolvimento, conclusão.
            O artigo foca nas dificuldades apresentadas pelos alunos quando são solicitados a inferir informações a respeito do que leram e procura provocar uma reflexão sobre o processo de leitura, tendo como objeto de análise duas propagandas impressas. Enfatizando que compreender a leitura é, em tese, uma atitude natural, porque exige habilidade, interação e trabalho. Segundo Orlandi (1993), há na perspectiva interacional da leitura um jogo existente entre um leitor que é real – aquele que lê o texto, se apropriando dele -, e  um leitor virtual – aquele que o autor imagina (destina) para seu texto e a quem ele se dirige quando escreve.
                  O texto publicitário é um dos mais influentes produtos de comunicação em massa, presente e atuante em todas as esferas da mídia,  como jornais, revistas e outros meios impressos, mas também nos meios televisivos,  e hoje em dia, nos meios virtuais. O texto publicitário se constitui em elementos verbais (como palavras, enunciados) e em elementos não-verbais (como imagens, gráficos e outros recursos visuais). É preciso salientar, que no texto publicitário, o leitor (real) procura se identificar com o texto, pois este se mostra sempre sedutor, refletindo a linguagem da propaganda. Sendo assim, o leitor não interage com o texto (relação sujeito/objeto), mas com o outro ou outros sujeitos, que pode ser o leitor virtual, o autor, etc.
               A linguagem publicitária não só estrutura seus enunciados através da argumentação, como também se utiliza do processo de implicitação. É possível que os alunos se apropriem desse gênero discursivo atribuindo sentido aos mesmos, desenvolvendo uma atitude adequada, pelo menos é o que se espera. Dessa forma, o processo de produção de sentidos a partir da leitura do gênero discursivo propaganda impressa pode ser ensinado na escola. E utilizar-se da perspectiva interacional da leitura para compreensão dos textos é uma opção interessante para a formação de um leitor crítico e responsivo, e portanto apto, para inserir-se no meio social.

REFERÊNCIAS


BAKHTIN, M.; VOLOCHINOV, V. N. Marxismo e Filosofia da Linguagem. 10ª. ed. São
Paulo: Anna Blumme e Hucitec, 2002.

BRITO E. V.; GURPILHARES M. S. S. Pesquisas em Linguística Aplicada: múltiplos
enfoques. Cabral Editora e Livraria Universitária, Taubaté, SP, 2007.

CARRASCOZA, J. A. Processo criativo em propaganda e intertextualidade. Intercom –
Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação. Santos – SP: XXX
Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2007.

GREGOLIN, M. R. V. Caras e Você S. A.: escultura da imagem e visibilidade social. In:

BARZOTTO; GHILARDI. (org.) Mídia, Educação e Leitura. São Paulo: Anhembi: Morumbi:
Associação da leitura do Brasil, 1999.

KLEIMAN, A. B. (Org.). Os significados do Letramento: uma nova perspectiva sobre a prática
social da escrita. Campinas: Mercado de Letras, 1995.

MARCUSCHI, L. A. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. 2ª ed. São Paulo:
Parábola, 2008.

ORLANDI, E. P. Análise do Discurso: princípios e procedimentos. Campinas: Pontes, 1999.
______. Discurso e leitura. 2ª ed., São Paulo: Cortez; Campinas: Editora da Universidade
Estadual de Campinas, 1993.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012


Lições que a vida oferece
                 
                


            A vida é um apanhado de vivências e experiências que compõem um quebra-cabeça, onde as peças nem sempre se encaixam. Há perdas e ganhos, vazios existenciais  e momentos de euforia. Em tese, é um cair e levantar constante. É quebrar a cara, e invariavelmente seguir em frente. É voltar às origens e olhar para trás, às vezes. Pois os erros do passado, ensinam a corrigir o traçado das linhas de uma vida futura.
             Há, é claro, aqueles que afirmam veementemente que a vida não é dura o suficiente, mas para a maioria das pessoas, ela sempre bate forte, sem dó, nem piedade.
         Mas que lições se pode tirar das dificuldades, dores e ressentimentos que vai se acumulando ao longo da vida? Aprende-se a valorizar as próprias experiências, a confiar no poder do amor, a tratar as outras pessoas com respeito, a buscar novos horizontes, a nunca desistir de sonhos e projetos de vida.
                Enfim, aprende-se a trilhar o caminho das pedras (sempre íngreme e escorregadio), a por o pé sobre o precipício (sempre assustador), a dar voos à imaginação (sempre muito gratificante), e a manter os pés firmes no chão, quando a vida exige que se faça isto.
              Das muitas lições que a vida oferece, talvez a mais valiosa, seja a da perseverança, ao lado da temperança e sempre pautada pela esperança. 

      A modalidade Educação a Distância se configura pelo uso dos recursos tecnológicos, e via de regra, tem  como suporte o ambiente virtual de aprendizagem. Vale lembrar: EAD, é o ensino que ocorre quando o professor e aluno estão separados (no tempo e no espaço), mas podem se comunicar através de mecanismos que são desenvolvidos para este fim, tais como: e-mails, chats, blogs, fóruns, etc.
                       A revista Carta na Escola, destaca que, para quem já está no mercado de trabalho, mora longe de uma universidade ou não tem tempo disponível para frequentar diariamente uma instituição de ensino, a Educação a Distância (EAD), parece a escolha ideal. Mas ainda há muita desconfiança em relação a essa modalidade de ensino, que está em plena expansão. Isso porque apenas recentemente, com a criação da Universidade Aberta (2005), o Brasil começou a apostar na educação superior a distância, principalmente na área de formação de professores, onde há maior demanda por esses cursos.
                       Segundo J. P. Moran, em entrevista concedida à mesma Carta na Escola: “ Antes a EAD se restringia ao nível técnico, à educação de jovens e adultos (EJA), telecursos, etc. Agora o diploma vale, e o mercado precisa do profissional. A gente não dá conta de atender à demanda  só com os cursos regulares presenciais. Além disso, a raiz do crescimento está, é claro, na evolução das tecnologias.”
                     É fato, que o ensino a distância vem se transformando em algo de grande relevância, e a sua importância torna-se vital, no acesso a um curso superior de qualidade ao alcance de todos. Esta modalidade possui algumas vantagens, dentre elas: uma maior autonomia por parte do aluno, a possibilidade de se adequar a horários específicos, e um aporte maior no que se refere à aquisição de aprendizagem.
                    Mas a EAD, tem também suas desvantagens, onde  o contato pessoal fica muito restrito e o aluno fica muito preso ao ambiente virtual de aprendizagem. E como consequência disso tudo, o aluno virtual, no sentido amplo da palavra, se furta às vezes, de buscar outras fontes de pesquisas, como por exemplo, as mídias impressas, que contemplam jornais e revistas especializadas. 

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

EAD - EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA.


Materiais Didáticos no Moodle
                 
               Para quem, como eu, não tinha muita intimidade com os recursos tecnológicos, o uso dos diferentes materiais de apoio ao curso, têm tido uma grande importância para o meu aprendizado.
             Sou, em essência, um leitor profissional, e a minha predileção é por textos impressos (livros, jornais e revistas), por uma simples questão de  “sentir” o papel, de “tatear” o texto lido e usufruir do prazer que uma boa leitura proporciona. Mas devo admitir, é claro, que os diferentes materiais didáticos dos quais se utiliza a modalidade de ensino a distância, é a espinha dorsal do processo de ensino-aprendizagem.
            As vídeo-aulas, por exemplo, dão uma ideia mais ampla do processo. Os fóruns servem para sanar dúvidas, propor questionamentos e permite que o aluno possa emitir sua opinião sobre determinado tema. Já os vídeos postados na WEB, ajudam a fixar o conteúdo. Temos ainda as WIKIs, que como já foi dito anteriormente, são uma fonte fecunda de pesquisas. Sem falar nos blogs, em geral especializados, que tendem a majorar a aquisição de conhecimento. O mesmo acontecendo com os inúmeros sites que orbitam no universo do ambiente virtual.
            Devo acrescentar ainda, que o uso de todos os materiais didáticos, oferecem um amplo mosaico que norteia o processo de ensino-aprendizagem. Mas é claro, que uma interação entre alunos, pode ser um incentivo a mais para que se possa avançar no curso, sem solavancos e tropeços, pois o auxílio de tais ferramentas só tem a acrescentar ao âmbito do processo de aprendizagem